50 Anos De Feira Do Livro Pocket

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Descrição

Livro L&PM Pocket 50 Anos de Feira do Livro, por Luís Augusto Fischer. Com seu inegável talento para unir gosto literário com história da cultura, o escritor, professor de Literatura Brasileira e crítico literário Luís Augusto Fischer faz, em 50 anos de Feira do Livro: a vida cultural em Porto Alegre (1954-2004), uma pequena e bem-vinda ode à Feira do Livro de Porto Alegre. Neste ano de 2004, comemoram-se 50 edições da Feira, que se confirma, assim, como o evento do mundo livreiro e editorial de maior tradição do Brasil, além de ser a maior feira a céu aberto da América Latina. Sempre aliando história da Feira com história sócio-política do Brasil e do Rio Grande do Sul, Fischer mostra a evolução da feira que começou com 14 barracas de venda de livros e com escritores como Cyro Martins, Erico Verissimo, Mario Quintana e Dyonélio Machado no auge da sua maturidade intelectual. Ficamos sabendo como se deu a expansão da área da feira, a instituição da tradição de se escolher como patrono um escritor vivo (depois de, em 1972, o nome de Luiz Vaz de Camões ter sido sugerido para patrono); são indicados os livros que foram best-sellers a cada ano; ao longo de 50 anos de Feira do Livro surgem, no panorama cultural, nomes como Moacyr Scliar, Josué Guimarães, Luis Fernando Verissimo e Ruy Carlos Ostermann, além de instituições que se tornarão parte indissociável da vida da Feira do Livro: a Câmara Rio-Grandense do Livro, o Instituto Estadual do Livro (IEL), O Museu de Arte do Rio Grande do Sul (Margs), entre outros; em paralelo, são mostrados os principais acontecimentos e reviravoltas de importância nacional e internacional que alteraram os rumos da história da cultura, como o golpe militar de 1964, as campanhas de O petróleo é nosso e Diretas Já. Finalmente, 50 anos de Feira do Livro, verdadeiro livro de memória afetiva da cidade, também recupera a importância de nomes fundamentais para a cultura do Rio Grande do Sul e do país, como Eduardo Guimaraens (poeta simbolista que foi patrono da Feira de 1969), Augusto Meyer, patrono de 1970, e Henrique Bertaso, homenageado na edição de 1977.