A heranca escultoria da tipografia

A heranca escultoria da tipografia

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Descrição

Os desafios que se apresentam para a tipografia na era digital são muitos. As antigas formas de produção cultural hoje são absorvidas por meios eletrônicos cuja maior característica é a ausência de um suporte, ou seja, são virtuais. Por conta disso, para os jovens designers, parte da história das artes gráficas se perde nos modernos sistemas de impressão e mídias eletrônicas que, prezando pela planificação, confinam ao passado a rica herança escultórica dos tipos em metal. Por exemplo: uma fonte tipográfica como a Garamond é um verdadeiro patrimônio cultural do Ocidente que vêm sofrendo vários redesenhos no decorrer do tempo, de modo que seus traços possam se adaptar aos novos modos de composição e impressão de texto. Mas como a Garamond se comporta em uma tela de computador? Não teria sua natureza escultórica e tridimensional limitado sua eficácia apenas para a mídia impressa? O tipo gráfico é uma herança da era mecânica, mas como readapta-lo à era digital? Neste estudo o autor o autor se propõe a entender o desenho do tipo gráfico a partir do tipo móvel e modular idealizado por Gutenberg.