WILLYS DE CASTRO POEMAS E POEMAS

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Descrição

Willys de Castro esteve envolvido com praticamente todas as atividades artísticas durante sua vida. Químico por formação, Willys foi pintor, gravador, desenhista, artista gráfico, cenógrafo,figurinista, músico e poeta. Essa última faceta a menos conhecida deste artista múltiplo ganha novos contornos com o lançamento dos livros inéditos 32 poemas (1953/1957) e poemas & poems. Editados pelo IAC Instituto de Arte Contemporânea em parceria com a BEI Editora, as obras formam a antologia poética do artista.
As duas edições seguem as especificações do modelo produzido pelo artista, cujos projetospara publicação datavam do final dos anos 1950 e estavam entre os arquivos de Willys no IAC.Tudo foi seguido conforme este modelo, mantendo os tipos datilografados e as correçõesfeitas a lápis, além do próprio formato sugerido para publicação. Quase todos os poemas nãopossuem data nem título. A exceção é “Canto Santo”, o único publicado por Willys de Castro,em edição do autor de 1955, dedicado a poeta e tradutora Dora Ferreira da Silva.
Nos anos 1950 Willys de Castro escreveu, estudou, traduziu e fez partituras de verbalização para poemas concretos. O artista participou do primeiro recital de poesia concreta do país, em 1957, no Teatro Brasileiro de Comédia (TBC). Graças à sua formação musical, criou partituras de verbalização para poemas de Augusto e Haroldo de Campos, Décio Pignatari e Ronaldo Azevedo, entre outros, que foram lidos nesse recital. Segundo o Maestro Diogo Pacheco, se os concretistas revolucionaram a forma de se fazer poesia, as partituras de Willys de Castro criaram uma inédita verbalização para a leitura de tais poemas.
O interesse do artista pela poesia também o levou a criar uma série de poemas valorizandoa importância gráfica da distribuição das palavras no papel e, sobretudo, sua sonoridadedistinta. Seus ensaios poéticos revelam uma preocupação com a síntese formal sempre muito valiosa aos projetos dos artistas construtivos. Seu interesse pela poesia enquanto autor manteve-se até o final dos anos 1950, e Willys deixou sua antologia pronta, que só agora é publicada